ALÔ MÃE... Isso.. na Torre Eiffel.. isso mesmo.
Samedi - Sábado - Sabado
Levantamos cedo com sandubas, salsichas, torre Eiffel e , claro, o Sena.
Um monumento de aproximadamente 300m de altura, aço puro, que mais parece uma torre de Babel (algumas linguas que nunca tinha ouvido e não tenho idéia de onde sejam).
Depois de uma espera de mais ou menos uma hora de espera na fila, subimos. Primeiramente até o segundo piso e a visão é fantástica, e adivinha o que víamos em destaque? SIIIMMMM O SENA!!!! Claro que todos os monumentos apareceram, Invalides, Sancre Coeur, Louvre, Sena e etc.... Até o topo da torre é fantástico, mais e mais coisas... (acabamos telefonando para os próximos pra dizer TO AQUII!!!! ISSO, TORRE EIFFEL).
Na descida estávamos prontos para esticar as pernas e ficar descançando quando vimos um gramado com sombra e ali mesmo nos largamos. E assim, Na Franca, especificamente na ímpar Paris, deitados na grama, a sombra de árvores e vendo ao lado a Torre Eiffel, uma coisa extraordinária, só frisei por que a uns anos atrás estava deitado do lado da cantina do Jorge na frente do Campo de Futebol de Grama da ETT).
Depois da torre fomos pra uma ruela chamada Champs Elysees, um paraíso para os consumistas. Virgin, Peugeot, Renault, Sephora, Via Loran, Guchi, etc. E nas calcadas BMW, Ferraris, Porsche, Jaguar, BMW Minis, Alfas e bla bla bla. Dizem os experts que só perde em custo de chão para NY.
No final da avenida estava o Arc do Triumphe, o monumento do maior egocêntrico da franca, Napoleão, que diga-se de passagem, a Franca só é a Franca por que Napoleão é francês, e egocêntrico.
Chegando no arco o mais incrível não é o arco (claro que o arco é fantástico) mas o transito das 12 avenidas que desembocam neste rótula que é o arco, um monumental "ninguém-'e-de-ninguem".
Tínhamos tempo, fomos para o bordel(na verdade somente na frente), MOULING ROUGE, um bordel bem falado (bem falado no sentido de muito falado, pois, não conheço bordeis bem falados). Subimos para ver uma igreja chamada Sancre Coeur, que cremos estar na parte mais alta de Paris.
Vale ressaltar que estávamos andando o dia todo e que o acesso que pegamos para a igreja era por vielas ingrimes, para quem viu o filme (como se escreve isso) O fabuloso Mundo de Amelie Poullin, que seja. Tão parecidas as ruas estavam com o cenário deste filme que nos deparamos com o bar onde ela trabalhava, ou seja, não era parecido, ERA O LOCAL. Vale também citar que Marcola_ se superou, até com perna-de-pau, ops, DE FERRO.
Esse bairro se chama Mountmartre, e é nele que se encontra a praça de Tertre, um lugar fantástico. (Rafa, um Panull aqui nem faria efeito, o lugar já é loucura. Uma praça apenas com mesas de bares, alguns artistas pintando e dando a volta nessa praça, BARES DE TODOS OS TIPOS, ou seja, estávamos numa ilha para bêbados, um pedaço de terra cercado de bares por todos os lados.
Ao chegar à igreja, caímos de joelho e agradecemos por tudo. A beleza do lugar nos fez ficar leves, tanto que olhavamos para tudo como se fosse nosso, uma tranqüilidade e maravilhosa, no sentido plena da palavra, uma maravilha. Ao sair observamos do ponto mais alto de Paris a CIDADE LUZ BRILHANDO!!!
Voltamos para a praça e tomamos uma taca de vinho cada um (desconsiderado o custo pois era Mountmartre, ¡JODASE! o preço!!!!!)
Neste ponto uma analogia é cabível. Estávamos muito bem entre o céu e o inferno tomando vinho francês.
FIM DO DIA
Pontos visitados = 6
Horas de caminhada = +/- 11 horas

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